A menos de cinco anos foi usado pela primeira vez o termo WEB 2.0, termo que até hoje é alvo de críticos que não concordam com a definição – onde a Web 2.0 é tratada como uma inovação e não como uma evolução natural dos processos e ferramentas da internet.
As mesmas críticas caem sobre o uso do termo Web 3.0 também conhecida como Web Semântica, sofrem critícas por usarem um termo para uma Web que ainda não está em vigor. A principal e mais importante diferença entre a Web 2.0 e a Semântica é que em vez de termos a World Wide Web teremos a World Wide Database. Teremos informações dos usuários utilizadas a todo o momento, para facilitar a experiência de navegar. As buscas serão mais precisas, os usuários poderão fazer perguntas ao seu programa e ele será capaz de ajudá-los de forma mais eficente, entender as necessidades e a forma de navegar dos usuários.
A experiência será diferente, atualmente algumas empresas do Vale do Silício estão desenvolvendo e estudando ferramentas para Web 3.0. No Brasil os pioneiros no desennvolvimento de tais ferramentas é a PUC-Rio que desenvolve para rede brasileira com enfâse na língua portuguesa.
O que acham do uso do termo Web 3.0? E as mudanças na experiência de navegar?

A menos de cinco anos foi usado pela primeira vez o termo WEB 2.0, termo que até hoje é alvo de críticos que não concordam com a definição – onde a Web 2.0 é tratada como uma inovação e não como uma evolução natural dos processos e ferramentas da internet.
As mesmas críticas caem sobre o uso do termo Web 3.0 também conhecida como Web Semântica, sofrem critícas por
usarem um termo para uma Web que ainda não está em vigor. A principal e mais importante diferença entre a Web 2.0 e a Semântica é que em vez de termos a World Wide Web teremos a World Wide Database. Teremos informações dos usuários utilizadas a todo o momento, para facilitar a experiência de navegar. As buscas serão mais precisas, os usuários poderão fazer perguntas ao seu programa e ele será capaz de ajudá-los de forma mais eficente, entender as
necessidades e a forma de navegar dos usuários.
A experiência será diferente, atualmente algumas empresas do Vale do Silício estão desenvolvendo e estudando
ferramentas para Web 3.0. No Brasil os pioneiros no desennvolvimento de tais ferramentas é a PUC-Rio que desenvolve para rede brasileira com enfâse na língua portuguesa.
O que acham do uso do termo Web 3.0? E as mudanças na experiência de navegar?
Tags: Crítica, Inovação, Web Semântica, Web2.0, Web3.0
This entry was posted on setembro 29th, 2009
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26. outubro 2009 at 15:49
Apenas a título de comentário, a chamada Web 3.0 está mesmo a caminho, mas não precisamos esperá-la “entrar em vigor”. A web semântica será possível a partir do desenvolvimento de conteúdos bem organizados, indexados e classificados. Ou seja: é um movimento que depende da organização e boa-vontade de quem PRODUZ para a internet. (Assim como a Web 2.0 – ou colaborativa – foi possível a partir de um engajamento dos usuários juntamente com o desenvolvimento de plataformas que permitissem a participação direta destes usuários na produção de conteúdos.)
As ferramentas “semânticas” virão para relacionar e “compreender” melhor os (incontáveis) conteúdos disponíveis e apresentar buscas e associações entre conteúdos mais exatas e mais ricas. Mais do que nunca o “dado” se confunde com o “metadado” e vai ser cada vez mais assim. E os conteúdos anteriores a essa idéia, estes sim, necessitarão da intervenção humana ou de ferramentas analíticas (extremamente complexas) para serem categorizados e indexados corretamente. Mas todo mundo pode fazer web semântica: basta cuidar bem do seu conteúdo e dometadado de tudo o que publicar na Web. (Tanto que este cuidado já faz com que este conteúdo seja mais bem colocado no ranking do Google, por exemplo. No fim das contas, SEO também é web semântica! Abraços.